Estrutura Curricular

ESTRUTURA CURRICULAR

Desde a seleção dos candidatos, o caráter prático do curso já se mostra claro e consolidado. O principal item de avaliação para que o aluno concorra a uma vaga no MP-CECRE – para além da análise do Curriculum Vitae, de uma prova dissertativa sobre a temática do patrimônio, bem como entrevista – é a apresentação de uma proposta de investigação que contemple o desenvolvimento de um projeto de intervenção em um objeto arquitetônico ou urbano previamente escolhido. Ou seja, uma proposta de estudo (escrita em português ou em espanhol) que deve apresentar uma edificação ou um sítio urbano degradado, incluindo breve histórico, uma prévia e superficial análise física, arquitetônica e/ou urbanística, além de sua documentação gráfica (desenhos técnicos, croquis) e fotográfica. Também no texto devem vir esclarecidos os objetivos da proposta do projeto de intervenção a ser elaborado no MP-CECRE, justificativa da escolha do objeto e do novo uso sugerido para o tema de estudos, assim como referências bibliográficas utilizadas na elaboração da proposta.

Deste modo, fica claro para os candidatos que estão concorrendo a um mestrado profissional cujo trabalho final não é uma simples análise de uma situação de degradação ou intervenção sobre o patrimônio edificado e urbano, e sim um projeto real de intervenção.

A aprovação do aluno fica condicionada, entre outros fatores, à apresentação de um objeto de estudo e de trabalho (edificado ou urbano) que justifique todo o esforço e ser dispendido em 24 meses de curso para o desenvolvimento do projeto detalhado de intervenção – conservação, consolidação, estabilização, restauro, revitalização, reciclagem, requalificação, renovação. Neste sentido, o objeto deve ser significativo o suficiente – no que concerne à sua importância histórica, artística, afetiva, arqueológica, cultural – para sustentar a ideia de sua recuperação através de projeto desenvolvido de forma qualificada.

Por outro lado, o objeto físico apresentado não pode estar em um perfeito estado de conservação, pois não haveria sentido a elaboração de um projeto para a sua recuperação. O monumento, edifício ou sítio de interesse cultural, deve apresentar problemas de degradação e o candidato precisa ter uma noção prévia destas patologias.

Encaminhamento Pedagógico:

Após a etapa da seleção, o curso começa, se estruturando em função de seu objetivo central: formar profissionais que atuem em projetos, planos e obras de conservação e restauro do patrimônio edificado.

Para isso, enquanto estrutura curricular, o MP-CECRE possui um encaminhamento de disciplinas que funcionam como uma verdadeira espinha dorsal, e que congrega todas as suas atividades de formação profissional: os Ateliês, divididos sequencialmente em três disciplinas de 136 horas aula, computando uma carga horária de 408 horas – fundamentalmente o lugar do desenvolvimento gradativo de todas as etapas necessárias para a elaboração responsável de um projeto de intervenção arquitetônico, urbanístico ou tecnológico para a recuperação de um edifício ou sítio de interesse cultural.  

As atividades de ateliê contam com um contingente de aulas vinculadas à instrumentação teórica para a apresentação de técnicas e metodologias para o desenvolvimento das fases iniciais, intermediárias e finais de um projeto de intervenção. Não obstante, a maior parte das atividades é fundada na orientação individual de alunos pelo grande número de docentes – inclusive professores visitantes brasileiros e estrangeiros que acorrem ao MP-CECRE, bem como consultores de projeto sem o vínculo direto com o mestrado profissional. Estas orientações podem ser feitas tanto em uma relação individual, na prancheta, dos professores com cada aluno separadamente (a grande maioria das sessões), como no esquema de seminários abertos, quando os discentes apresentam os problemas que estão enfrentando para toda a turma e para os professores que frequentam aquele específico ateliê – ou, eventualmente, para um professor ou consultor visitante, de outra cidade ou país, que está contribuindo com o MP-CECRE naquela ocasião.

Todas as outras disciplinas e atividades estão vinculadas, de uma forma ou de outra, à estrutura dos três ateliês. São quatro disciplinas teóricas obrigatórias compartilhadas com o PPGAU UFBA, essenciais para consolidar a instrumentação tecnológica, bem como o embasamento crítico necessário para a elaboração do projeto: duas vinculadas ao edifício e duas atreladas a conjuntos urbanos: Tecnologia da Conservação e do Restauro I; História e Teoria da Conservação e do Restauro; Política de Preservação do Acervo Cultural; Sítios Históricos Urbanos: análise, gestão e intervenção.

Além disso, os alunos cumprem cinco créditos de disciplinas optativas escolhidas no rol daquelas oferecidas no PPGAU UFBA – necessariamente vinculadas à área da salvaguarda do patrimônio.

No último semestre os discentes também frequentam Estágio Supervisionado em escritório de arquitetura ou engenharia que trabalhe com conservação e restauração do patrimônio edificado ou urbano, ou em órgãos oficiais voltados pra a preservação de bens culturais.

Os Ateliês de Projeto:

Com a carga horária de 136 horas, o Ateliê de Projeto I: levantamento de dados e análise de edifícios, conjuntos e sítios históricos é oferecido no primeiro semestre letivo do curso. É o ateliê responsável pela orientação dos alunos em prol da coleta e da sistematização de dados cadastrais referentes ao monumento ou sítio urbano de interesse cultural que traz como tema. Cumpre as atividades necessárias para a posterior identificação das patologias que afetam o objeto escolhido.

Primeiramente, o aluno é assistido na fase de coleta de dados, ao final da qual deve apresentar: investigação dos dados históricos do monumento ou núcleo urbano que deverá sofrer intervenção; identificação dos condicionantes tecnológicos; levantamento dos dados referentes às condições climáticas do local, vegetação, infraestrutura urbana e interferências do entorno; levantamento fotográfico (fotos antigas e vistas atuais).

Em um segundo momento, parte-se para a etapa decisiva que consiste no levantamento planialtimétrico da edificação ou área urbana, com a produção das peças gráficas considerando o atual estado de conservação do objeto. Deve-se desenvolver pelo menos: planta de localização do monumento ou conjunto urbano em relação ao seu entorno; planta de situação indicando a(s) edificação(s) do conjunto ou do lote; desenhos topográficos da área trabalhada ou do terreno e área envoltória, destacando edificações e vegetação; todas as plantas baixas, além de cortes, elevações e fachadas, com cotas e níveis dos ambientes representados ou trechos de rua; perfis das ruas e praças; detalhes arquitetônicos; detalhes construtivos (telhado, esquadrias, escadas, pisos, forros, estrutura, elementos decorativos).

Para que os alunos consigam elaborar esses produtos, a atividade se desenvolve a partir da abordagem teórica e prática por meio da utilização das seguintes técnicas de ensino:

  • Atividades coletivas com discussão e exposição dos trabalhos – correspondente à apresentação dos processos metodológicos desenvolvidos por cada aluno e discussão dos principais problemas encontrados, propiciando um amplo debate sobre as diferentes temáticas apresentadas nas aulas expositivas e possibilidades de soluções;
  • Apresentação dos diversos conteúdos referentes à historia e à teoria da arquitetura, aos sistemas construtivos, à análise ambiental e às técnicas de levantamentos planialtimétrico, ministrada por professores especialistas, tendo sempre como interface os temas específicos a serem defendidos pelos alunos;
  • Aulas expositivas estruturadas a partir de autores brasileiros e estrangeiros que constituem referência para este campo de estudo, focalizando seus aspectos metodológicos e contribuições analíticas para a síntese dos dados coletados por cada aluno; 
  • Acompanhamento individual para análise e orientação especifica, respeitando as especificidades de cada objeto e suas características regionais.

Com carga horária de 136 horas, ministrado no segundo semestre letivo, o Ateliê de Projeto II - diagnóstico físico ambiental e conservação preventiva de edifícios, conjuntos e sítios históricos é a atividade responsável pela identificação e caracterização dos problemas ligados à conservação do edifico ou núcleo urbano.

Os danos já são previamente detectados durante o levantamento cadastral no Ateliê I, mas no Ateliê II eles são mostrados (fotografias), descritos (fichas fotográficas), indicados (plantas, cortes, fachadas com mapeamento de danos) – mas principalmente são perseguidos os motivos que levaram o edifício ou a área urbana a se degradar, a ter perdas, problemas estruturais, de estabilidade, de conservação, abandono, mutilação, vandalismo, acréscimos espúrios, problemas sociais ligados à ocupação dos edifícios e dos sítios, decadência econômica e social, problemas de infraestrutura, arruinamentos.

Ou seja, é o momento de se fazer a diagnose das patologias construtivas e arquitetônicas, no caso do objeto de trabalho ser um edifício, ou da identificação dos problemas de descaracterização, degradação social, abandono, decadência, fraturas na paisagem urbana de conjuntos urbanos de interesse cultural e sítios históricos, artísticos, arqueológicos.

O Ateliê de projeto III: projeto de intervenção em edifícios, conjuntos e sítios históricos, é a atividade conclusiva de assistência e orientação ao projeto. Oferecida no terceiro semestre letivo, com carga horária de 136 horas, é a ocasião em que os discentes reúnem todo o material trabalhado nos dois primeiros ateliês, assim como nos produtos finais das disciplinas cursadas: quando a carga de conhecimentos teóricos, tecnológicos, instrumentais e práticos se integra para embasar a discussão crítica e os procedimentos empíricos e de criatividade que envolvem a elaboração do projeto de intervenção propriamente dito – a partir dos fatores de degradação identificados no Ateliê II (diagnóstico) e com apoio do material sistematizado no Ateliê I (cadastro e coleta de dados).     

Ou seja, dá apoio ao aluno no desenvolvimento do projeto de conservação, consolidação, restauração, requalificação, revitalização, reciclagem, renovação – ou qualquer outra categoria de intervenção sobre a preexistência edificada ou urbana que o pós-graduando defina como estratégica para a recuperação de seu objeto de estudo.

Para isso, abre-se a possibilidade de suscitar um debate sobre as várias nuances do processo de preservação e/ou transformação do espaço edificado e urbano – uma discussão fundada na qualidade do ato projetual e do processo de design como único meio possível para conquistar uma relação pertinente e necessária entre o novo e o antigo. Interessa orientar os alunos nos rumos que a prática das intervenções que afetam as preexistências arquitetônicas têm tomado nas últimas décadas.

Fica claro que a disciplina é essencialmente prática, e sua estruturação pedagógica se dá através da presença alternada de pelo menos dez professores permanentes e colaboradores, mas outros tantos visitantes, que acorrem ao curso para apoiar as orientações de ateliê. É preciso lembrar que além da parte palpável do projeto arquitetônico e urbanístico, ele é essencialmente criativo e subjetivo – e o projeto de intervenção que afeta as preexistências edificadas e urbanas passa pelo mesmo processo –, o que reforça ainda mais o encaminhamento didático do Ateliê III como um processo de orientação individual, no qual cada objeto de estudo e cada indivíduo se constituem em uma realidade bastante particular.

Neste cenário, o aluno possui muitos consultores de projeto, com opiniões e juízos diversos, cabendo ao discente – em acordo com seu orientador – buscar e sustentar solidamente o caminho que ache mais pertinente para elaboração de sua proposta de intervenção.

Estágio Orientado:   

Para o quarto e último semestre letivo, quando o aluno volta para seu destino e prepara o material para a banca final, ele terá que cumprir (como atividade obrigatória) estágio em escritório de arquitetura ou engenharia que trabalhe com conservação e restauração do patrimônio edificado ou urbano, ou em órgãos oficiais voltados pra a preservação de bens culturais.

Esta atividade, denominada de Estágio Supervisionado, conta com uma carga horária mínima de 68 horas, e é acompanhada por um arquiteto ou engenheiro que orienta o aluno nas atividades desenvolvidas pelo escritório ou instituição.

O estudante também é monitorado por um professor do mestrado profissional que dará apoio em todas as fases que envolvem o estágio – desde a escolha do lugar onde cumprir a atividade; passando pelo contato com o escritório ou entidade pública vinculada à salvaguarda do patrimônio; avaliando e orientando o discente durante os meses em que estiver desenvolvendo os projetos vinculados ao estágio; em sua conclusão e no preenchimento do relatório final.  

Bancas de Ateliê e Banca Final do Curso:

Não há dúvidas da importância da sequência dos ateliês para o encaminhamento pedagógico do curso. Também é transparente que o que se visa é, essencialmente, a formação prática dos alunos – com todo o embasamento teórico-crítico-instrumental-tecnológico necessário. Para se ter uma ideia, dos 27 professores locados no curso (entre permanentes, colaboradores e visitantes), pelo menos 20 atuam em algum momento em um dos três ateliês.

Pela sua importância para a formação dos alunos, a avaliação de cada ateliê é feita através da análise do trabalho final da disciplina por banca formada por três professores. O aluno deposita seu trabalho que é analisado pelos componentes da banca – e depois o estudante apresenta e defende seu produto em sessão fechada.

Após o encerramento do terceiro semestre com o Ateliê III, de Projeto de Intervenção, o aluno terá mais um semestre para detalhar seu projeto e defender o Trabalho Final em sessão pública ao final do segundo ano de curso, com a banca composta pelo orientador, por um professor da “casa” e por um membro externo. Na defesa final, o discente apresenta todo o conteúdo desenvolvido no curso, organizado sob a forma de um projeto completo de intervenção: Cadastro, Diagnóstico e Proposta de Intervenção – projeto sustentado por um memorial descritivo de caráter teórico-crítico, mas que também apresenta os aportes tecnológicos enfrentados no projeto. 

O TRABALHO FINAL

O Trabalho Final que os estudantes elaboram não deve ser confundido com uma dissertação de mestrado propriamente dita, apesar de todo embasamento teórico-crítico necessário para apoiar e justificar as decisões vinculadas ao conteúdo técnico e criativo desenvolvido [1] .  É um projeto arquitetônico ou de engenharia completo, que afeta a recuperação de uma preexistência edificada ou urbana de interesse cultural – com o suporte de um memorial descritivo teórico que apoia a proposta, bem como o desenvolvimento de trabalhos técnicos que precedem a elaboração de um projeto de intervenção em preexistências arquitetônicas e urbanísticas (levantamento de dados, cadastro dos monumentos e sítios históricos, diagnóstico tecnológico do edifício ou da área urbana que deverá sofrer a intervenção): um trabalho profissional, desenvolvido durante os 24 meses do curso, com o apoio de inúmeros professores expertos na área, de diversos estados e países, bem como consultores de projeto que dão sua contribuição na orientação dos alunos.

Para isso, o tema proposto deve estar enquadrado em uma das seguintes categorias:

  • Projetos de áreas ou conjuntos urbanos de interesse histórico e cultural – tendo como premissa a definição de critérios e diretrizes para a sua preservação e/ou requalificação.
  • Projetos de restauração de edificações – que têm como objeto a restauração e adaptação de monumentos isolados (em sua interface com o contexto urbano preexistente), atendendo às novas dinâmicas contemporâneas.
  • Projetos de conservação, consolidação ou restauração estrutural ou de instalações – ou seja, projetos de cunho tecnológico, geralmente desenvolvidas pelos alunos que ingressam no curso com a formação de engenharia.

Independente da categoria, o discente desenvolve no curso um projeto de intervenção diretamente aplicável: pode ser incorporado e executado pelas entidades de proteção e salvaguarda do patrimônio cultural brasileiro, latino-americano, africano, europeu (a depender do objeto de estudo), assim como por escritórios particulares de arquitetura e engenharia que atuam na área da conservação e restauração do patrimônio edificado e urbano de interesse cultural.

Também a produção prática que antecede a proposta – que embasa e sustenta o projeto de conservação, e/ou restauração, e/ou requalificação, revitalização, reciclagem, renovação do bem, se somando às contribuições do ato projetual na constituição do material defendido ao final do curso –, reúne um conjunto de trabalhos profissionais significativos. São etapas anteriores à ação restaurativa propriamente dita e que se caracterizam, igualmente, como fases essenciais na pedagogia do aprendizado prático, ministradas nos ateliês que os alunos precisam cumprir.

Ou seja, os principais produtos práticos oriundos da formação oferecida aos pós-graduandos, e que se distinguem como atividades comuns vinculadas ao ofício do arquiteto e do engenheiro restaurador, coincidem com as três grandes etapas da formação – com os três ateliês que estruturam o curso (como se verá mais a seguir):

  1. A coleta de dados e a elaboração do cadastro arquitetônico e urbanístico detalhado do edifício ou do sítio urbano no qual será desenvolvido o projeto de intervenção – apoiadas pelo levantamento histórico rigoroso e a contextualização atual do bem;
  2. O diagnóstico tecnológico e de conservação preventiva do monumento ou do núcleo urbano que o aluno traz como tema de estudo e intervenção;
  3. O projeto de conservação, e/ou restauração, requalificação, revitalização, reciclagem, renovação do bem.

Cada um desses produtos – que se caracterizam como serviços de alto grau de especialização na área da arquitetura e da engenharia, e mais especificamente, no campo da conservação e restauração do patrimônio edificado e urbano de interesse cultural – pode ser doado para entidades públicas ou comercializado separadamente para empresas e organizações privadas interessadas na preservação do acervo arquitetônico e urbano de reconhecido valor.

Ao final do mestrado profissional (como acontecia no antigo curso de especialização), os trabalhos realizados formam um acervo de propostas possíveis de serem executadas, além de se constituírem, por si próprios, em documentos essenciais para o desenvolvimento de outros estudos ou ações que tenham como objeto os temas trabalhados ou áreas análogas.

Todos os 264 projetos de ex-alunos do CECRE e os 23 trabalhos finais de egressos do MP-CECRE estão disponíveis para consulta na biblioteca do CEAB. Não obstante, os trabalhos completos dos ex-alunos do mestrado profissional podem ser baixados no site do curso. Conferir em: https://cecre.ufba.br/trabalhos-finais-arquivos



[1] Segundo o Artigo 7º, Inciso VIII, Parágrafo 3º, da Portaria Normativa do Ministério da Educação nº 17, de 28 de dezembro de 2009, que dispõe sobre o Mestrado Profissional no âmbito CAPES, o trabalho de conclusão não precisa ser uma dissertação de mestrado, podendo assumir outros formatos: “O trabalho de conclusão final do curso poderá ser apresentado em diferentes formatos, tais como dissertação, revisão sistemática e aprofundada da literatura, artigo, patente, registros de propriedade intelectual, projetos técnicos, publicações tecnológicas; desenvolvimento de aplicativos, de materiais didáticos e instrucionais e de produtos, processos e técnicas; produção de programas de mídia, editoria, composições, concertos, relatórios finais de pesquisa, softwares, estudos de caso, relatório técnico com regras de sigilo, manual de operação técnica, protocolo experimental ou de aplicação em serviços, proposta de intervenção em procedimentos clínicos ou de serviço pertinente, projeto de aplicação ou adequação tecnológica, protótipos para desenvolvimento ou produção de instrumentos, equipamentos e kits, projetos de inovação tecnológica, produção artística, sem prejuízo de outros formatos, de acordo com a natureza da área e a finalidade do curso, desde que previamente propostos e aprovados.” (MEC, 2009, p. 21)